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domingo, 30 de abril de 2017

Deixe o sedentarismo de lado!


Quem é sedentário sempre encontra uma boa desculpa para “fugir” da prática de exercícios. Para essas pessoas, sempre há um bom motivo para evitar os treinos, mesmo sabendo que a falta de atividades físicas é prejudicial à saúde.

Pesquisas apontam que realizar exercícios regularmente é a melhor maneira de prevenir doenças crônicas como câncer, hipertensão e diabetes. No mundo, o sedentarismo é o quarto principal fator de risco de morte. Além disso, exercícios regulares diminuem os níveis de estresse, ajudam a largar hábitos nocivos como o álcool e o cigarro e propiciam a adoção de uma alimentação mais saudável.

“As famosas desculpas muitas vezes impedem o início de uma rotina de treinos ou de uma dieta mais equilibrada. Mas essas são barreiras que podem ser facilmente superadas, ao contrário do que alguns acreditam. Basta ter força de vontade e um pouco de disciplina”, explica a atleta Cris Senna.

Pense em mudar seu cotidiano, adotando uma rotina mais saudável, e planeje essa transformação. “É importante colocar na cabeça que é possível conciliar as tarefas cotidianas com as atividades físicas. Introduzir 12 minutos de treinos diários já é um grande passo para dar um basta no sedentarismo”, ensina Cris.

Segundo ela, é importante determinar uma data para o início dos treinos e reestruturar o dia a dia para encaixar na agenda um período para os exercícios.
A especialista lista atitudes que vão ajudar você a “virar a página” e passar a treinar.

Motivação
“Estou bem assim” é uma das desculpas comuns que pode esconder a falta de motivação para treinar. “É importante não deixar que o desânimo vença. Muitas pessoas se matriculam em academias tradicionais, mas acabam desistindo. Quando fui proprietária de uma academia, observava que muitos alunos não conseguiam alcançar suas metas e acabavam desestimulados. Por isso, segundo a especialista, é importante estabelecer onde se quer chegar e procurar uma reeducação alimentar para obter resultados já a curto e médio prazo. “Quanto mais rapidamente os resultados forem percebidos, maior será a motivação para continuar o treino e a novo cardápio alimentar”, comenta Cris.

Inexperiência
A falta de experiência é um fator que deve ser observado com cuidado por quem decide deixar de ser sedentário. Quem nunca praticou atividade física precisa, realmente, de orientações, além de começar pelos movimentos mais simples.

Tempo
Por ser uma questão que afeta a vida da maioria das pessoas hoje em dia, a falta de tempo é, provavelmente, a desculpa mais usada para manter-se sedentário. “De fato, frequentar uma academia demanda tempo. Considerando a ida, o período de treino e a volta, é uma atividade que toma algumas horas do dia. Por isso mesmo, criamos um método 100% online, que ajuda as pessoas a treinar de forma rápida, prática e eficaz, e que pode ser executado de qualquer lugar – dentro de casa, na praia, em um parque ou praça pública”, explica Cris.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Caratê ajuda a melhorar a disciplina



O caratê não é praticado apenas como hobby ou esporte. Em muitos casos, a disciplina é fator fundamental para que alguém ingresse na arte marcial. Isso ocorre principalmente por intervenção dos pais, que tentam solucionar alguns problemas dos filhos, como falta de concentração, socialização, interação e autoestima.
“Muitas crianças começam através da indicação de outros pais, que contam os benefícios que  a arte e o esporte estão trazendo para o filho”, conta o técnico da Seleção Brasileira Ricardo Aguiar, que também é diretor de um instituto de caratê que leva seu nome.
Um exemplo de pessoa que notou mudanças no filho é a advogada Lara Nonino. Mãe de Vítor, que tem 11 anos, é hiperativo e pratica caratê há sete anos, ela não mede os elogios ao falar da arte marcial. “Ele sempre estava a mil por hora. Depois do caratê, houve melhora em tudo. Escola, comportamento, relacionamento com outros colegas. Ele aprendeu a se controlar melhor, controlar a ansiedade. Deu uma equilibrada nele”, afirma.
Os benefícios também foram notados pela médica Letícia Cebrian, que tem um filho de 10 anos que luta há pelo menos dois. “Estimulou muito ele, é só falar ‘vamos terminar a tarefa logo para ir ao caratê’”, exemplifica. “E ele mesmo se policia, fala ‘mãe, preciso cortar a unha hoje porque tem caratê.”
O próprio Hugo já aprendeu algumas coisas. “Quando entrei, achei que era só bater e rolar, aí fui aprendendo que tinha que ter controle sobre os golpes, dedicação, e que não é pra usar na rua o que a gente aprende nas aulas, é só para se defender”, diz o garoto, que deixou o futebol e o vôlei para se dedicar ao caratê.
“É um esporte muito focado, a arte marcial de origem japonesa tem isso na própria cultura. Esse foco no sentido de desenvolvimento, raciocínio e concentração acaba indo para fora do tatame”, explica Aguiar. “Isso é um fator determinante.”
Mas ele faz um alerta aos pais. “Tem o aspecto positivo, pois a gente escuta que é importante procurar profissionais que auxiliem no desenvolvimento dos filhos, mas tem também o lado negativo, porque às vezes alguns pais se isentam dessa tarefa”, afirma.